Posts Tagged "fotografia"

Workshops Comunicação + Fotografia digital

Caríssimos,

A pedido de não tantas famílias assim, mas as suficientes, a ZARP vai realizar uma segunda edição dos workshops de Comunicação e Fotografia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se, por algum motivo, tinham interesse mas não tiveram oportunidade de se inscrever na primeira vaga, agora é o momento! Quando é? No fim-de-semana de 28 (Comunicação) e 29 (Fotografia) de janeiro. Onde? No maravilhoso ateliê da ZARP, em Benfica! 🙂

Mais informação e inscrições aqui! #BeThere

Catarina *

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Workshops @ ZARP

Olá!

Esta semana, vou deixar o Diário de Itália (que está quase, quase no fim) em standby, para vos falar sobre dois workshops que vão acontecer nos próximos dias 19 e 20 de novembro (sábado e domingo). Trata-se de uma iniciativa da ZARP (da qual eu tenho, agora, o prazer de fazer parte da equipa) para comemorar o seu primeiro aniversário.

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Numa altura em que (quase) toda a gente é (ou está a pensar em ser) blogger, vamos tentar passar conceitos essenciais para que possam ter um espaço online cativante e manter uma comunicação eficaz com o vosso público-alvo. E, aqui, faço uma distinção entre ter um blog e ser blogger. Dou o meu exemplo: eu tenho um blog, mas não me considero, de todo, blogger. Isto porque esta página é apenas um complemento do meu site, um género de um diário, onde eu vou partilhando algumas coisas, de vez em quando. Um blogger não pode seguir, de todo, o meu exemplo! É necessário saber comunicar e ter uma comunicação consistente. Caso contrário, só serão seguidos pela vossa mãe, pelos vossos amigos e pelas pessoas que querem concorrer aos vossos passatempos (caso os façam). Esta vai ser a base do primeiro workshop: Comunicação para a blogosfera.

O segundo workshop, que será dia 20, será sobre Fotografia para a blogosfera e é aqui que eu entro! Nesta segunda aula, vamos falar sobre técnica fotográfica para que possam ilustrar os vossos artigos com fotografias de qualidade. Este workshop terá um laboratório prático. Vamos ser sinceros, “uma imagem vale mais do que mil palavras” e uma boa comunicação visual é meio caminho para angariarem e fidelizarem seguidores.

E o melhor disto tudo é que, como são os primeiros workshops da ZARP, decidimos lançá-los ao preço da chuva! Vá, quase… Podem inscrever-se apenas em um ou em ambos. E oferecemos Coffee Break! (eu, pessoalmente, acho esta última parte muito importante)

Vamos lá? 🙂

Catarina *

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Fotografia Estenopeica

Feliz Dia Mundial da Fotografia!! 😀

Ou, neste caso, espero que tenha sido, uma vez que já é noite… E como o prometido é devido, aqui vai uma publicação sobre a fotografia estenopeica ou pinhole (by the way, o Dia Mundial da Fotografia Estenopeica é dia 29 de Abril… mas ainda falta muito!).

Vamos contextualizar: A Fotografia Estenopeica remete aos primórdios da Fotografia e ao conceito de câmera escura, tornando possível a formação de uma imagem sem a utilização de uma lente, recorrendo apenas a um objecto estanque à luz, com um pequeno orifício que permita a sua entrada.

A câmera escura foi a primeira grande descoberta para o progresso da fotografia, sendo o seu conhecimento óptico atribuído a diversos nomes, como por exemplo ao filósofo grego Aristóteles. No século XIV já se aconselhava o seu uso como auxílio ao desenho e à pintura, utilizando um quarto ou uma caixa estanque à luz, com um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. O que fosse colocado diante do orifício, do lado de fora do compartimento, tinha a sua imagem projectada, de forma invertida, sobre a parede. Com o tempo, foram desenvolvidas lentes, na tentativa de melhorar a imagem.

Mas não vou desenvolver muito a história, quem tiver curiosidade pode facilmente pesquisar e eu queria mesmo falar-vos era do processo 🙂 Deixo-vos apenas um excerto do filme “Rapariga com brinco de pérola”, para ficarem com uma ideia do que é a câmera escura e do seu uso na pintura. No fundo, uma câmera estenopeica é o que podem ver aqui, só que não conseguimos ver a imagem reproduzida (só na revelação, o que torna tudo muito mais interessante… e por vezes stressante ou mesmo frustante, mas passando à frente).

A câmera: A câmera estenopeica (ou pinhole, do inglês pin-hole, que significa “buraco de alfinete”) é uma câmera fotográfica sem lente. Consiste basicamente numa caixa com um furo num dos lados e um bocado de filme ou papel fotográfico no lado oposto (percebem agora a questão da caixa de sapatos ou bolachas que eu falei na última publicação?). Estas câmeras implicam, desta forma, um maior tempo de exposição do que as câmeras convencionais, que vai depender do diâmetro do furo e da luz do local. O diâmetro do furo também terá efeitos na profundidade de campo (tal como acontece em qualquer câmera, com o diafragma).

Os resultados vão depender do tipo de câmera. Se usarmos, por exemplo, uma caixa de bolachas redonda (daquelas de manteiga, super viciantes) podemos produzir fotografias panorâmicas. Usando a mesma caixa, mas fazendo dois furos, que captam 2 direcções diferentes, conseguimos imagens sobrepostas. Ou se não houver apenas uma parede, mas várias que projectem a luz para a parede onde se encontra o papel sensível (imaginem, por exemplo, uma pirâmide), faz o mesmo efeito. Importante: Pintar sempre o interior da caixa de preto para garantir que não há reflexos e que a única luz projectada é a que passa pelo orifício. Deixo-vos dois exemplos de câmeras que fiz há uns tempos, a partir das caixas de bolachas:

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Processo de revelação: É, na verdade, bastante simples de ser feito em casa, basta termos os instrumentos necessários. Em primeiro lugar, é essencial que a divisão onde é feita a revelação esteja completamente às escuras. Qualquer ponto luminoso pode interferir, por isso há que ter o cuidado de tapar todas as frechas de portas, janelas e afins. Para iluminar o espaço sem estragarmos as imagens, há uma luz vermelha, própria para o processo, que se compra em lojas de fotografia.

Precisamos de três químicos, pelos quais as fotografias deverão passar por esta ordem: revelador, banho de paragem e fixador. Os químicos são diluídos em água, estando as dosagens e o tempo que o papel deve permanecer presentes nas embalagens. Para passarmos as fotografias de um recipiente para o outro, usamos pinças (nada de ir lá com as mãozinhas) e tem de haver uma pinça por fase, para os líquidos não se misturarem. No final do processo, as fotografias são lavadas com água corrente, para eliminar os químicos e evitar manchas. Depois, basta pô-las a secar! Eu costumo pendurar cordas pela casa e prendê-las com molas. Fica engraçado… A não ser que entretanto cheguem visitas. Nesse caso, a maior parte das pessoas vai pensar que vocês são malucos (falo por experiência própria). Mas se pensarem bem, as pessoas pensam que vocês são malucos logo a partir do momento em que estão na rua a fotografar com caixas… Por isso, who cares, não é verdade? 🙂

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Para finalizar, a fotografia que resulta deste processo é um negativo, ou seja, a parte queimada do papel (a parte da imagem que reflectiu mais luz) ficará mais escura que a parte que reflectiu menos luz. Para se conseguir o inverso, o chamado positivo, basta usar papel sensível contra fotografia, em cima de uma superfície plana, com um vidro por cima para decalcar  e iluminar com uma fonte de luz (eu costumo dar uma “flashada” com uma câmera digital). E, por fim, repete-se o processo de revelação. Et voilá! Temos o positivo que é, nada mais, que uma fotografia a preto e branco.

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E é basicamente isto… As fotografias desta publicação foram feitas há uns anos para um trabalho da faculdade, onde explicava mesmo o processo e detalhadamente, com muito mais experiências. Mas acho que deu para perceber, certo? 🙂

Espero que tenham tido um bom Dia Mundial da Fotografia e espero ter esclarecido minimamente o processo (já que não vão poder ir ao meu workshop…) para poderem experimentar em casa. Juntem um grupinho porreiro e experimentem, que fazer isto sozinhos não tem tanta piada!

Catarina*

 

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Conversas na Rua (e mais algumas coisas)

Alô!

Na minha última publicação partilhei convosco uma plataforma online ligada ao graffiti da cidade da Amadora e disse-vos que este projecto não ia ficar por aqui, certo? Hoje desvendo aqui o evento em questão, com poster e cartaz e tudo aquilo a que vocês têm direito! 🙂

ConversasNaRuas_Poster

Txarannn! Conversas na Rua vai estar inserido nas festas da Amadora 2015, que acontecem de 11 a 13 de Setembro e vai contar com workshops, exibição de curtas metragens, graffiti, entre outras coisas, que podem verificar no cartaz:

Uma das coisas giras que vão acontecer é exactamente o penúltimo ponto do cartaz (…momento para averiguarem…). Sim, é o meu nome 🙂 sim, vou dar um workshop 🙂 sim, estou bastante ansiosa 🙂 e não, não se podem inscrever (eu sei que vocês queriam muito…). A não ser que façam parte da Casa Roque Gameiro ou de alguma associação ou centro de dia locais. Isto porque o meu workshop, bem como o que está antes do meu, é dirigido a avós e netos dessas instituições.

Como podem ler no cartaz, vai ser uma “introdução à fotografia estenopeica”, que eu acredito que muitas pessoas não saibam o que é, mas há-de surgir aqui uma publicação para a semana a falar sobre o assunto (quando? Dia 19. Porquê? Porque é Dia Mundial da Fotografia! Eu penso em tudo…). Só para resumir e antes de irem à Wikipedia, digo apenas que é fotografar com caixinhas. Sim, caixinhas… De sapatos, de bolachas, de madeira, do que eu quiser 🙂 basicamente qualquer caixa que consiga ficar completamente estanque à luz. É um regresso aos primórdios (e assim ninguém pode dizer que as fotografias são boas porque a pessoa tem uma “ganda máquina”… Got it?)

Mas agora, voltando ao evento, site e redes sociais, para poderem ficar atentos a tudo o que se vai passar:

Site: https://conversasnarua.wordpress.com

Facebook: (é o do Município da Amadora) https://www.facebook.com/municipioamadora

Twitter: https://twitter.com/conversasnarua

Instagram: https://instagram.com/conversasnarua

Não deixem de aparecer, vai valer a pena!! 🙂
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E agora o “mais algumas coisas”… Mais uma vez, eu sei que não tenho vindo aqui. Também sei que na última publicação disse exactamente o mesmo e que ia mudar. Pois, não aconteceu…

Tenho fotografado? Tenho. Mas para a ESCS. Eventos e tudo o que carece de divulgação, eu tenho tratado da parte fotográfica, mas não publico no blogue primeiro porque estou a trabalhar em nome da Escola e segundo porque a maior parte das coisas não se enquadra aqui.

Por isso, vou puxar a brasa à sardinha escsiana e dizer-vos que podem seguir a ESCS no Facebook, no Twitter e daqui a um tempinho, quiçá em mais algumas redes sociais, para verem o que nós vamos fazendo, em todas as vertentes, e inclusivamente os eventos da Escola, que nem sempre são exclusivos para os alunos.

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E é tudo por hoje, que a conversa já vai longa 🙂

De hoje a uma semana, cá nos encontramos para a publicação especial Dia Mundial da Fotografia dedicada à Fotografia Estenopeica.

Boas fotografias!

Catarina*

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Um dia no Porto

Boa noite!

Esta semana, como tinha dito, aproveitei-me da desculpa de ir ver a exposição da OASRN (soube tão bem ver lá a minha fotografia no meio!) para ir passar um dia à bela Cidade Invicta. Adoro a cidade, o ambiente. as pessoas (as mais simpáticas de sempre!!), o sotaque… Passei por alguns locais míticos, mas um dia é muito pouco para visitar uma cidade com tanta cultura e tanto para ver. Fica a promessa de um regresso com mais tempo!

Enquanto isso, deixo algumas das muitas fotografias que tirei por lá:

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Até breve, Porto!

Fiquem bem.

Catarina*

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Rita Redshoes – Teatro São Luiz

Alô!

Rita Redshoes deu ontem um concerto absolutamente divinal no Teatro São Luiz e foi um gosto enorme (é sempre) poder fotografá-lo. Quem costuma acompanhar o blog, sabe que já tive oportunidade de entrevistar a Rita duas vezes, tanto para o Made in Portugal, como para o programa de rádio que tive na faculdade, o Ctrl+Alt+Indie e também já tinha estado na apresentação do seu último álbum no Lux.

A Rita é uma pessoa super simpática e acessível, tanto no palco como fora dele, para além de ser uma artista extraordinária. Tenho ficado cada vez mais fã do seu trabalho, por isso sempre que surge a oportunidade, faço questão de estar presente.

Deixo aqui a reportagem de ontem, com texto mais uma vez a cargo da Catarina Albino.

Rita Redshoes Teatro São Luiz, Lisboa 20-09-2014

Entretanto, esta semana vou passar um dia ao Porto, para poder ir à exposição da OASRN que vos tinha falado. Por isso se tudo correr bem, hei-de chegar cá com fotografias! Eu adoro o Porto, é uma cidade que transpira Arte, para além de ser lindíssima.

E porque a minha Lisboa também é fantástica, para quem ainda não teve conhecimento, durante o próximo fim-de-semana vai ser possível visitar as Galerias Romanas da Rua da Prata. É algo que eu ainda não tive oportunidade de fazer e não vou querer perder desta vez, por isso, para os interessados, fica a dica!

 

Catarina*

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OASRN – Exposição “Outro Prisma”

Olá!

A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos promoveu um concurso (que acabou no passado dia 8 de Agosto) sobre fotografia de arquitectura no Instagram.

Eu concorri com duas ou três fotografias e recebi hoje uma mensagem da OASRN a dizer que uma delas ia integrar a exposição que se vai realizar no Edifício AXA, no Porto, de 18 de Setembro a 12 de Outubro! Se andava a tentar arranjar uma desculpa para ir ao Porto, parece que já a tenho!

Deixo aqui a fotografia seleccionada:

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Muito obrigada, OASRN! 🙂

Continuação de bom fim-de-semana!

Catarina*

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A febre das Instax

Olá!

Cheguei ao fim das férias completamente viciada naquele que eu acho (e que tenho a certeza que muita gente – principalmente raparigas – concorda comigo) que foi o maior hit deste Verão: as câmeras de fotografias instantâneas, Instax, da Fujifilm.

 

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Eu, tal como gosto de ler em livros, também gosto de olhar para as fotografias impressas, o que se tem vindo a perder muito com o digital. E não só gosto das fotografias impressas, como gosto de as ver com uma certa dimensão, daí ter optado pela Instax 210 e não pela Mini, que é super bonita, mas as fotografias são muito pequeninas. E como mulher que sou, ando sempre com malas enormes, por isso o tamanho da câmera não é o maior problema 🙂

 

 

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O “problema” que encontrei nestas câmeras está no flash. Pelo que percebi, do que me têm dito, nas Instax Mini, a questão é mais grave uma vez que o flash dispara sempre, independentemente das condições de luz. A Instax 210 permite controlar este parâmetro, no entanto, mesmo que o flash não esteja activado, este dispara em situações de pouca luz e pode estragar o efeito que queremos.

O outro inconveniente é o preço das recargas que, apesar serem mais baratas que as das câmeras Polaroid, não é muito acessível, por isso, há que pensar bem antes de disparar.

No entanto, eu estou viciada! Aconselho vivamente 🙂

 

Catarina*

 

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Dia Mundial da Fotografia

Olá a todos!

19 de Agosto é Dia Mundial da Fotografia e eu não podia deixar de passar aqui.

Quem me conhece sabe que eu faço colecção de câmeras analógicas. Desde compactas a reflex, passando pelas lomo.. Não vou mostrar aqui a colecção completa, apenas a minha “relíquia”. É uma Scoutbox Lumiere que, segundo consta, o meu avô trouxe da Índia nos anos 50. Eu não sabia da existência dela até há relativamente pouco tempo e fiquei completamente maravilhada quando a vi perdida numa caixa cheia de brinquedos em casa da minha avó. Claro que tinha de a resgatar (claro!).

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Feita alguma pesquisa, parece que foram as primeiras câmeras feitas para fotógrafos amadores, funcionam com filme de 120mm, datam dos anos 30 e há alguns modelos diferentes apesar de muitos terem o mesmo nome (se algum entendido ler isto e eu estiver a dizer alguma barbaridade, corrijam-me por favor).

Pessoalmente, só tenho pena que a minha já não tenha a manivela que fazia rodar o rolo, porque adorava poder experimentá-la… mas pode ser que um dia consiga arranjá-la.

Não se esqueçam de comemorar o dia de hoje 🙂 boas fotografias!

 

Catarina*

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A Vida no Campo

Oláá 🙂

Deixo-vos umas fotografias que tirei numa visita que fiz a uns familiares em Alenquer.

Aquela casa tem uma luz fantástica e o gatinho é o melhor modelo que eu já tive! Tirei imensas fotografias e fiz esta selecção para mostrar aqui:

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Catarina

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Better not stop

Olá a todos! 🙂

Desde já, quero agradecer a todos os que têm acompanhado o meu trabalho e desculpar-me por não vir aqui há uns tempos, mas (felizmente) tenho andado a mil! Agora, para além de fotografar também ando a fazer entrevistas para o Made in Portugal (em conjunto com o Gonçalo, que apresenta comigo o Ctrl+Alt+Indie na ESCS FM).

E por falar em Ctrl+Alt+Indie, passou no Sábado passado a 10ª emissão do programa. Como queríamos fazer algo especial, tivémos o nosso primeiro convidado em estúdio: David Santos, o Noiserv e também um dos músicos dos You Can’t Win Charlie Brown. Acho que correu bem para primeira entrevista que fizemos, apesar do extremo nervosismo (da minha parte, pelo menos), que me fez cometer algumas falhas, mas como eu disse ao David, ele era a nossa cobaia =) já tinha a noção disso (a próxima corre melhor, certo?).  Entretanto, já temos mais convidados “apalavrados”, por isso, se for o vosso estilo de música, fiquem atentos!

Noiserv

Entrevistámos também na semana passada o David, desta vez para o Made in Portugal. A entrevista há-de estar disponível no site ainda esta semana e eu entretanto coloco aqui o link. Também para o MiP, entrevistámos a Rita Redshoes (também há-de vir aqui parar o link, quando for publicada). São ambos excelentes pessoas e eu acho que posso falar por mim e pelo Gonçalo quando digo que foi um prazer enorme entrevistá-los.

Agora, reportagens. Desta vez com miss Catarina Albino que, para além de ser a minha melhor amiga, tornou-se também a minha “companheira de aventuras” nestas andanças. Ela é na verdade engenheira informática (se tiverem problemas com o pc, avisem), mas dava uma belíssima jornalista e, apesar de a conhecer há mais de 10 anos, só agora é que me apercebi disso. Sempre achei que fazíamos uma boa equipa e agora comprovo isso em mais uma vertente 🙂

Estivémos exactamente nos concertos de apresentação do novo álbum da Rita Redshoes na 5ª feira, na discoteca Lux e no lançamento em vinil do álbum do Noiserv no Sábado, no Auditório Padre Carlos Alberto Guimarães. Estas reportagens, sim, já estão disponíveis e podem ser vistas nas seguintes hiperligações: Rita Redshoes | Noiserv

Rita Redshoes

E enquanto escrevo isto, estou a ouvir o novo álbum do Tiago Bettencourt que, apesar de só sair dia 26, já está disponível no Spotify. É um senhor que eu admiro imenso e cujo álbum estava ansiosa por ouvir! Por isso, já que estamos numa de links, aproveito para partilhar também: Spotify | TiagoBettencourt 🙂 (ouçam, está lindíssimo! E o da Rita, também! E o do Noiserv!)

Por agora é tudo, quando as entrevistas estiverem disponíveis, partilho aqui 🙂

Beijinhos

Catarina

 

P.S.: o título deste post é o título de uma música dos We Trust. Porque foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando pensei num título para este post. É isso 🙂

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Dias cinzentos

Alô! 🙂

Espero que o Sol tenha vindo para ficar, mas andei a fazer umas experiências paisagistas à chuva para um trabalho da faculdade e aproveito para deixar aqui umas fotografias!

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Aproveitem o bom tempo 🙂

Catarina

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Carnaval

Alô! 🙂

Este post vem com um dia de atraso, eu sei, mas como se diz: mais vale tarde do que nunca!

Não gosto particularmente do Carnaval. Admito. Pronto, não acho piada… Mas conhecendo fotógrafos e realizadores e aspirantes, de vez em quando, à falta de melhor, lá há alguém que me pede para encarnar algum personagem. Por isso, não vou partilhar convosco a fantasia de Carnaval que não tive, vou antes aproveitar para partilhar o trabalho de uma amiga que foi minha colega no meu curso profissional de Fotografia e que faz maioritariamente fotografia de Moda.

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Esta fotografia, para a qual eu servi de modelo, já tem uns anos e fez parte do trabalho final de curso da Rita. Eu aconselho mesmo é uma visita à sua página pessoal, onde ela tem fotografias excelentes com modelos a sério, que sabem efectivamente aquilo que estão a fazer, em http://www.anaritapatinha.com/

Para quem, ao contrário de mim, vive o Carnaval, espero que tenha sido bom 🙂

Catarina

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Ainda em modo analógico

Boa noite! 🙂

Ainda há uns dias comentava com um amigo meu que achava que tinha nascido na época errada. Há qualquer coisa nas câmeras analógicas que me fascina… Já conto com algumas na minha pequena colecção e faço sempre questão de experimentar todas e de andar com elas de vez em quando, caso estejam boas.

Há uns dias fui revelar 2 rolos que experimentei nas minhas duas últimas aquisições: uma Canon 1000F que comprei a uma amiga e uma Olympia que encontrei em casa da minha avó e que eu adoro. Primeiro, porque é uma recordação do meu avô e depois porque desde pequena que sempre gostei imenso dela e pensava que a tinham deitado fora, por isso fiquei muito feliz quando a encontrei.

Outro aspecto que adoro ao fotografar com câmeras antigas é o aspecto com que as fotografias ficam.

As fotografias que ficaram boas não estão nada de especial, foram feitas um pouco “a brincar”, a experimentar as câmeras, para ver o que poderia sair dali, mas deixo aqui algumas:

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Quero aproveitar também para agradecer a todos os que visitam o blog e o site 🙂 continuem por aí!*

Catarina

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“The future is analogue”

Alô!

Últimamente tenho andado um pouco em “modo analógico” e lembrei-me que seria interessante dedicar um post à Lomografia. A Lomografia consiste em fotografar de forma intuitiva o quotidiano, sem grande reflexão sobre o assunto fotografado e as câmeras lomográficas são câmeras de “baixo” custo (claro que aqui depende um pouco do ponto de vista), com lentes de plástico, existindo uma grande diversidade de câmeras e rolos, que possibilitam diferentes efeitos.

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Em Portugal, existem duas Embaixadas Lomográficas (Lisboa e Porto) e eu posso dizer que pelo menos a de Lisboa, que é a que conheço, é uma autêntica perdição. Eu tenho neste momento 3 câmeras: a Sprocket Rocket (com a qual foi tirada a fotografia acima apresentada), que faz panorâmicas e permite fazer várias exposições; uma Action Sampler, que faz uma sequência de 4 fotografias; e uma subaquática, uma simples câmera com uma caixa estanque à agua. Escusado será dizer que tenciono ir adicionando elementos à colecção (mas vamos com calma…).

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Existem inclusive “10 regras de ouro” que qualquer lomógrafo deve seguir e que vos deixo aqui, em conjunto com o site da Lomografia em Portugal, para principalmente quem não conhece e tiver curiosidade poder explorar um pouco mais:

01 . Leva a tua Lomo onde quer que vás.
02 . Usa-a a qualquer hora do dia ou da noite.
03 . A Lomografia não interfere na tua vida, torna-se parte dela.
04 . Aproxima-te o mais possível do objecto a fotografar, se assim o desejares.
05 . Não penses …… lomografa.
06 . Sê rápido.
07 . Não precisas de saber antecipadamente o que fotografaste.
08 . Nem depois.
09 . Fotografa a qualquer ângulo.
10 . Não te preocupes com quaisquer regras.

http://http://www.lomografiaportugal.com

Agora, se há Lomografia em apps para smartphones? Há. (Mas não é a mesma coisa…) Se procurarem, há uma série de aplicações de Lomos, que permitem escolher o tipo de câmera e o tipo de efeito que queremos dar às fotografias. Acho que se pode dizer que é uma forma mais rápida e económica de explorar o assunto. Mas claro que tem muito mais piada andar com uma câmera menos usual na rua a fazer experiências. Não ter a oportunidade de ver logo o resultado e correr o risco de se apanhar uma grande desilusão (depois de se gastar dinheiro em rolos e revelações… sim, isso é um incoveniente) ou ficar-se agradavelmente satisfeito com o resultado… Faz parte! 😉 Dito isto, o que eu aconselho mesmo é uma visita a uma Embaixada Lomográfica para terem um contacto mais directo com este tipo de fotografia.

Divirtam-se!

Catarina

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